Depois de Victor Oladipo ter conquistado recentemente o prémio de “Most Improved Player”, subiu para três, o número de anos consecutivos, em que esse reconhecimento é atribuído a um jogador proveniente do Draft de 2013.
A classe de 2013, era considerada por muitos analistas, uma das mais fracas e menos profundas do novo milénio. Agora que passaram cinco anos, confirmou-se que algumas das previsões estavam corretas, contudo houve várias exceções, que fizeram com que este Draft tivesse sido até, um dos mais interessantes.
Dos primeiros dez escolhidos, são poucos os que têm tido destaque na Liga, sendo que alguns já nem lá estão, como é o caso de Anthony Bennett, a pick número um, que joga atualmente na G-League.
Além de Victor Oladipo, que foi selecionado em segundo lugar, os jogadores que viriam a ter trajetos interessantes na NBA, acabaram por não ser escolhidos nas primeiras posições. CJ McCollum, jogador dos Blazers, foi a escolha número dez, Steven Adams, a número 12, Giannis Antetokounmpo foi apenas a número 15 e Rudy Gobert, vencedor do prémio de melhor defensor, ficou em 27º lugar.
Como é fácil de perceber, também houve várias avaliações más, por parte de muitos General Managers, que nos faz perceber, que este cargo pode ser a diferença entre ter uma equipa competitiva e a lutar por títulos ou então ter uma equipa fraca.
Os últimos NBA Awards, vieram comprovar ainda mais, que afinal este Draft trouxe à liga mais talento do que aquele que se esperava. Depois de McCollum ter vencido o prémio de “Most Improved Player” em 2016, Giannis ter vencido em 2017 e agora Oladipo em 2018, além do prémio de melhor defensor para Gobert, vamos ver se esta classe de 2013 ainda nos traz, no futuro, mais alguma surpresa.